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8 dicas para um coração sadio

O coração pode sofrer com maus hábitos

As doenças cardiovasculares são uma das primeiras causas de morte no . Seja por motivos de vícios que prejudicam o coração, como o consumo de tabaco, por exemplo, sedentarismo ou mesmo uma má alimentação, o coração pode sofrer com maus hábitos.

Vamos listar alguns conselhos dos médicos da Sociedade Portuguesa de Cardiologia que podem ajudar a deixar o coração de ferro. Confira!
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Consumir alimentos ricos em cálcio

É muito melhor obter cálcio direto dos alimentos do que através de suplementos alimentares. Para aumentar a ingestão deste mineral você pode incorporar em sua dieta os seguintes alimentos: Vegetais (espinafre, couve, rúcula, brócolis) Queijo com baixo teor de gordura Produtos derivados da soja Feijão branco Amêndoas Figos Sementes de gergelim Salmão

© PixaBay

 

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Não se esqueça dos antioxidantes

 Antioxidantes são muito necessários para o organismo em geral e para o nosso coração. Consuma a quantidade suficiente para reduzir o risco de sofrer um acidente vascular cerebral. Obtenha-os naturalmente, aumentando o consumo de: Amoras Chá verde Frutas Vegetais Chocolate amargo Alcachofra Lentilhas Maçã

 

 

© iStock

 

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Fazer a dieta mediterrânea  

Existem vários tipos de dietas do mundo, mas a mediterrânea é uma das favoritas para fortalecer o coração. Ela é baseada nos alimentos recomendados para obter nutrientes vitais. Entre os elementos característicos estão: Frutas e vegetais da estação Fontes de gorduras saudáveis como o azeite Oleaginosas Proteínas, como peixes e diversos tipos de carne (cordeiro, galinha, peru, etc…)

© Jeremy Stewart / Unsplash

 

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Ervas e especiarias para cozinhar  

A utilização de especiarias pode substituir o sal de mesa no processo de cozimento, o que reduz o risco de pressão arterial elevada. As ervas que incorporam mais antioxidantes em nossa alimentação são: Orégano Endro Tomilho Alecrim Hortelã

 

 

 

© iStock

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Aumente a ingestão de potássio 

Consumir uma quantidade suficiente de potássio reduz o risco de complicações cardíacas. Para fortalecer o coração é melhor consumi-lo diretamente de suas fontes naturais: Banana Brócolis Batata Tomate Abóbora Damascos

 

 

 

© Patrick Fore / Unsplash

 

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Faça exercícios regularmente 

Ser ativo irá ajudá-lo a fortalecer o coração, ficar muito mais saudável e com maior resistência cardiovascular. Tudo isto significa uma redução considerável no risco de ataques cardíacos. Entre os exercícios que são recomendados estão a caminhada e corrida. A frequência mínima recomendada é de 30 minutos, três vezes por semana. No entanto, você pode aumentar a quantidade de exercícios tanto quanto quiser. No caso de pessoas que odeiam o exercício e não suportam a mesma atividade por várias semanas, podem ser incorporados vários tipos de esportes. Pense que cada modalidade ajuda determinadas áreas do corpo, e é melhor combiná-las para melhorar os resultados. Experimente: Ioga Natação Taichi Atletismo Alongamentos Marcha

© iStock

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Coma mais nozes 

As nozes são ricas em antioxidantes e oferecem maiores benefícios para o coração do que outros frutos secos como amêndoas, amendoins e pistaches. Recomendamos comer um punhado de nozes (5 a 8 nozes) todos os dias. Para aproveitar seus benefícios você pode consumi-las com outros produtos, como farinha de aveia ou frutas. Lembre-se de que você pode fazer barras de granola caseiras e consumi-las em pedaços. Sugere-se consumir diariamente.

 

© PixBay

 

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Trabalhe e seja feliz 

Uma pessoa que fica estressada o tempo todo e vai ao máximo em suas obrigações normalmente possui um coração tenso e no limite. É claro que não podemos estar sempre felizes e completamente satisfeitos, mas também não podemos nos concentrar apenas no lado negativo.

 

 

© iStock

ANOTE AÍ

Fonte: Notícias ao Minuto

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UMA REVISTA PRA CHAMAR DE NOSSA

Era novembro de 2014. Primeiro fim de semana. Plena campanha da Dilma. Fim de tarde na RPPN dele, a Linda Serra dos Topázios. Jaime e eu começamos a conversar sobre a falta que fazia termos acesso a um veículo independente e democrático de informação.

Resolvemos fundar o nosso. Um espaço não comercial, de resistência. Mais um trabalho de militância, voluntário, por suposto. Jaime propôs um jornal; eu, uma revista. O nome eu escolhi (ele queria Bacurau). Dividimos as tarefas. A capa ficou com ele, a linha editorial também.

Correr atrás da grana ficou por minha conta. A paleta de cores, depois de larga prosa, Jaime fechou questão – “nossas cores vão ser o vermelho e o amarelo, porque revista tem que ter cor de luta, cor vibrante” (eu queria verde-floresta). Na paz, acabei enfiando um branco.

Fizemos a primeira edição da Xapuri lá mesmo, na Reserva, em uma noite. Optamos por centrar na pauta socioambiental. Nossa primeira capa foi sobre os povos indígenas isolados do Acre: ‘Isolados, Bravos, Livres: Um Brasil Indígena por Conhecer”. Depois de tudo pronto, Jaime inventou de fazer uma outra boneca, “porque toda revista tem que ter número zero”.

Dessa vez finquei pé, ficamos com a capa indígena. Voltei pra Brasília com a boneca praticamente pronta e com a missão de dar um jeito de imprimir. Nos dias seguintes, o Jaime veio pra Formosa, pra convencer minha irmã Lúcia a revisar a revista, “de grátis”. Com a primeira revista impressa, a próxima tarefa foi montar o Conselho Editorial.

Jaime fez questão de visitar, explicar o projeto e convidar pessoalmente cada conselheiro e cada conselheira (até a doença agravar, nos seus últimos meses de vida, nunca abriu mão dessa tarefa). Daqui rumamos pra Goiânia, para convidar o arqueólogo Altair Sales Barbosa, nosso primeiro conselheiro. “O mais sabido de nóis,” segundo o Jaime.

Trilhamos uma linda jornada. Em 80 meses, Jaime fez questão de decidir, mensalmente, o tema da capa e, quase sempre, escrever ele mesmo. Às vezes, ligava pra falar da ótima ideia que teve, às vezes sumia e, no dia certo, lá vinha o texto pronto, impecável.

Na sexta-feira, 9 de julho, quando preparávamos a Xapuri 81, pela primeira vez em sete anos, ele me pediu para cuidar de tudo. Foi uma conversa triste, ele estava agoniado com os rumos da doença e com a tragédia que o Brasil enfrentava. Não falamos em morte, mas eu sabia que era o fim.

Hoje, cá estamos nós, sem as capas do Jaime, sem as pautas do Jaime, sem o linguajar do Jaime, sem o jaimês da Xapuri, mas na labuta, firmes na resistência. Mês sim, mês sim de novo, como você sonhava, Jaiminho, carcamos porva e, enfim, chegamos à nossa edição número 100. E, depois da Xapuri 100, como era desejo seu, a gente segue esperneando.

Fica tranquilo, camarada, que por aqui tá tudo direitim.

Zezé Weiss

P.S. Você que nos lê pode fortalecer nossa Revista fazendo uma assinatura: www.xapuri.info/assine ou doando qualquer valor pelo PIX: contato@xapuri.info. Gratidão!

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