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Ecocídio: Protestos Em Vários Países Denunciam Governo Brasileiro

Ecocídio: Protestos Em Vários Países Denunciam Governo Brasileiro

Movimento Stop Bolsonaro Mundial tem protestos em vários países contra o governo brasileiro

Neste dia 11 de outubro acontecerá a terceira edição do STOP BOLSONARO MUNDIAL.
O evento é organizado por um grupo de ativistas, formado por coletivos de brasileiras, brasileiros e de outras nacionalidades, residentes no Brasil e no exterior. O STOP BOLSONARO MUNDIAL se tornou um movimento permanente em defesa da democracia e no combate à destruição da nação brasileira, promovida por um governo autoritário, fascista, genocida e ecocida, tem na sua composição milicianos da máfia carioca e falsos cristãos neopentecostais.
Nesta edição o ato trará um apelo especial em defesa dos biomas [Amazônia, Pantanal, Cerrado, e demais], dos povos originários e quilombolas, contra o desmatamento, queimadas, CONTRA a poluição, em especial a dos combustíveis fósseis, – AMBOS GERADORES DA LETAL MUDANÇA CLIMÁTICA –  e contra o desmonte das políticas e órgãos de defesa ambiental do país, além de todos os demais retrocessos que minam as condições dignas de vida, saúde, direitos e a esperança do povo e da nação brasileira.
O movimento STOP BOLSONARO MUNDIAL vem, desde junho deste ano, denunciando as atrocidades cometidas por uma gestão voltada aos interesses da elite, dos bancos e dos ricos. Para favorecer o agronegócio, mineradores , madeireiros e grileiros, todos com uma visão desenvolvimentista totalmente antiquada e equivocada, o governo incentiva a destruição do meio ambiente e é criminosamente negligente, quanto às ações de combate aos incêndios florestais, muitos deles criminosos, que têm atingido principalmente a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado.
Os incêndios criminosos que HOJE destroem todos biomas brasileiros se intensificaram em enormes proporções com a entrada de *Jair Bolsonaro* na Presidência da República e *Ricardo Salles* no Ministério do Meio Ambiente e Mourão no Conselho da Amazônia. Este trio mortífero e todos os setores desse governo destroem o MMA, o IBAMA, o ICMBio, o INPE e aplicam uma política *genocida e ecocida*.
Bolsonaro mente sobre a realidade do Brasil quando fala em aparições na ONU, culpa povos tradicionais pelas queimadas e ainda ignora os alertas e apelos de ambientalistas internacionais, ridicularizando o Brasil. Se ainda há Pantanal, Cerrado e Amazônia em pé é porque esses povos estão com os pés em seus territórios, defendendo as matas, as águas, os bichos e a biodiversidade! A devastação promovida por Bolsonaro e sua cúpula é sem precedentes na história do Brasil e no mundo.
Tal destruição e desmonte socioambiental leva a degradação do meio ambiente a gravíssima escala, dizimando fauna e flora, biodiversidade que sustenta a vida.  A *Amazônia* por exemplo, floresta tropical mais biodiversa do planeta, por conta da degradação, desmatamento e das queimadas, que já foram denunciadas amplamente _desde o ano passado, está se aproximando cada vez mais do ponto de não retorno – o momento em que não haverá mais chance de regeneração do bioma e se aprofundará o processo de desertificação acelerando catastroficamente a EMERGÊNCIA CLIMÁTICA, a falta de água, CHUVAS e por consequência a insegurança alimentar, entre várias outras tragédias.
O avanço da pandemia e a falta de políticas públicas de proteção sanitária e da cidadania, a insegurança alimentar vivida pelo povo, a alta dos preços dos alimentos, o desemprego e o congelamento dos salários, colocaram o Brasil no mapa da FOME mais uma vez! A fome e a miséria voltam a fazer parte do cotidiano brasileiro.
Além disso, o negacionismo em relação à Covid-19 faz o número de vítimas aumentar, especialmente entre a população mais vulnerável, moradores da periferia, de zonas rurais e as populações originárias, que lutam também para salvar seus territórios das queimadas.
O projeto de venda do Brasil ao capital estrangeiro, liderado pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes, segue a passos largos, colocando o país numa situação de total submissão, de dependência econômica e de empobrecimento da nação. Os acordos escusos feitos com os Estados Unidos deixam claro o caráter entreguista desse governo e a falta de compromisso com a soberania nacional.
A Jornada do STOP BOLSONARO MUNDIAL terá, no dia 11 de outubro, presença nas ruas e nas redes. Os atos presenciais ocorrerão em dezenas de cidades, do Brasil e do mundo. Em Brasília, o Ato acontecerá em região central da capital, informaremos horário exato em breve, e o local exato só no próprio dia, a fim de evitar embates desnecessários….
O evento virtual começa às 8hs da manhã e vai até 8hs da noite (horários de Brasília) e contará com debates e entrevistas que abordarão temas como as eleições norte-americanas e os possíveis reflexos no Brasil, o Meio Ambiente e as Eleições Municipais. A programação será exibida nas mídias sociais do Stop Bolsonaro e também nas diversas redes de parceiros (Frente Internacional- FIBRA e IAM- Inteligência Acima da Mídia). Também será exibida na mídia social da Marcha Mundial por Justiça Climática.
Não podemos assistir à tal situação de braços cruzados. Nossa atuação é urgente! A luta continua e precisamos de todas e todos. STOP Bolsonaro – FORA BOLSONARO!
Fonte: DCM

 

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Salve! Pra você que chegou até aqui, nossa gratidão! Agradecemos especialmente porque sua parceria fortalece  este nosso veículo de comunicação independente, dedicado a garantir um espaço de Resistência pra quem não tem  vez nem voz neste nosso injusto mundo de diferenças e desigualdades. Você pode apoiar nosso trabalho comprando um produto na nossa Loja Xapuri  ou fazendo uma doação de qualquer valor pelo PIX: contato@xapuri.info. Contamos com você! P.S. Segue nosso WhatsApp: 61 9 99611193, caso você queira falar conosco a qualquer hora, a qualquer dia. GRATIDÃO!

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Era novembro de 2014. Primeiro fim de semana. Plena campanha da Dilma. Fim de tarde na RPPN dele, a Linda Serra dos Topázios. Jaime e eu começamos a conversar sobre a falta que fazia termos acesso a um veículo independente e democrático de informação.

Resolvemos fundar o nosso. Um espaço não comercial, de resistência. Mais um trabalho de militância, voluntário, por suposto. Jaime propôs um jornal; eu, uma revista. O nome eu escolhi (ele queria Bacurau). Dividimos as tarefas. A capa ficou com ele, a linha editorial também.

Correr atrás da grana ficou por minha conta. A paleta de cores, depois de larga prosa, Jaime fechou questão – “nossas cores vão ser o vermelho e o amarelo, porque revista tem que ter cor de luta, cor vibrante” (eu queria verde-floresta). Na paz, acabei enfiando um branco.

Fizemos a primeira edição da Xapuri lá mesmo, na Reserva, em uma noite. Optamos por centrar na pauta socioambiental. Nossa primeira capa foi sobre os povos indígenas isolados do Acre: ‘Isolados, Bravos, Livres: Um Brasil Indígena por Conhecer”. Depois de tudo pronto, Jaime inventou de fazer uma outra boneca, “porque toda revista tem que ter número zero”.

Dessa vez finquei pé, ficamos com a capa indígena. Voltei pra Brasília com a boneca praticamente pronta e com a missão de dar um jeito de imprimir. Nos dias seguintes, o Jaime veio pra Formosa, pra convencer minha irmã Lúcia a revisar a revista, “de grátis”. Com a primeira revista impressa, a próxima tarefa foi montar o Conselho Editorial.

Jaime fez questão de visitar, explicar o projeto e convidar pessoalmente cada conselheiro e cada conselheira (até a doença agravar, nos seus últimos meses de vida, nunca abriu mão dessa tarefa). Daqui rumamos pra Goiânia, para convidar o arqueólogo Altair Sales Barbosa, nosso primeiro conselheiro. “O mais sabido de nóis,” segundo o Jaime.

Trilhamos uma linda jornada. Em 80 meses, Jaime fez questão de decidir, mensalmente, o tema da capa e, quase sempre, escrever ele mesmo. Às vezes, ligava pra falar da ótima ideia que teve, às vezes sumia e, no dia certo, lá vinha o texto pronto, impecável.

Na sexta-feira, 9 de julho, quando preparávamos a Xapuri 81, pela primeira vez em sete anos, ele me pediu para cuidar de tudo. Foi uma conversa triste, ele estava agoniado com os rumos da doença e com a tragédia que o Brasil enfrentava. Não falamos em morte, mas eu sabia que era o fim.

Hoje, cá estamos nós, sem as capas do Jaime, sem as pautas do Jaime, sem o linguajar do Jaime, sem o jaimês da Xapuri, mas na labuta, firmes na resistência. Mês sim, mês sim de novo, como você sonhava, Jaiminho, carcamos porva e, enfim, chegamos à nossa edição número 100. E, depois da Xapuri 100, como era desejo seu, a gente segue esperneando.

Fica tranquilo, camarada, que por aqui tá tudo direitim.

Zezé Weiss

P.S. Você que nos lê pode fortalecer nossa Revista fazendo uma assinatura: www.xapuri.info/assine ou doando qualquer valor pelo PIX: contato@xapuri.info. Gratidão!

Uma resposta

  1. Bolso é uma questão internacional pela reflexos de genocídio e ecocídio que ele traz ao mundo. Obrigado DCM e Xapuri.

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