Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
PL do Licenciamento Ambiental - o que significa?

PL do Licenciamento Ambiental – o que significa?

PL do Licenciamento Ambiental – o que significa? O Projeto de Lei 3729/04 está em análise na Casa há 16 anos e é alvo de polêmica. Acreditamos que a  proposta não trata de forma adequada as especificidades de cada região brasileira e contém regras mais flexíveis para determinados tipos de empreendimentos. Deixando bem claro que, Entidades de diversos setores, entre eles a agropecuária,  pautarão seus interesses e prioridades com pontos estratégicos que devem ser tratados no projeto. O Meio Ambiente nunca esteve tão perto do perigo iminente, como agora.

35 prioridades que Bolsonaro para Pacheco e Lira no Congresso

O presidente Jair Bolsonaro entregou nesta quarta-feira (3) aos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), uma lista com 35 projetos prioritários no Congresso.

Na Lista, foi incluída o PL do Licenciamento Ambiental, que estamos trabalhando junto com o AGRO e CNI. Na relação, há também as Reformas.

Senado Federal:

  1. PL 3178/2019: Partilha do petróleo e gás natural;
  2. PLS 232/2016: Modernização do setor elétrico;
  3. PLS 261/2018: Ferrovias;
  4. PEC 186/2015: PEC Emergencial;
  5. PEC 187/2019: PEC dos Fundos Públicos;
  6. PEC 188/2019: Pacto Federativo;
  7. PLP 137/2020: Uso dos Fundos Públicos para combate da pandemia;
  8. PL 3723/2019: Porte de armas;
  9. PLS 216/2017: Lei de drogas;
  10. PLC 119/2015: Estatuto do índio;
  11. PLC 8/2013: Cobrança de pedágio;
  12. PL 4199/2020: Cabotagem;
  13. PLP 146/2019: Startups;
  14. PL 7843/2017: Eficiência administrativa “GovTec”; e
  15. PL 5191/2020: Fundo de investimento agrícola.

Câmara dos Deputados:

  1. PEC 45/2019: Reforma Tributária;
  2. PL 2646/2020: Debêntures;
  3. PL 5877/2019: Privatização da Eletrobrás;
  4. PL 5387/2019: Marco legal do mercado de câmbio;
  5. PL 191/2020: Mineração em terras indígenas;
  6. PL 6438/2019: Registro, posse e porte de arma de fogo;
  7. PL 6125/2019: Normas aplicáveis a militares em GLO;
  8. PL 3780/2020: Aumento de pena em caso de abuso de menores;
  9. PL 6093/2019: Documento único de transporte;
  10. PL 1776/2015: Homeschooling;
  11. PEC 32/2020: Reforma Administrativa;
  12. PL 3729/2004: Licenciamento ambiental;
  13. PL 5518/2020: Concessões florestais;
  14. PL 2633/2020: Regularização fundiária;
  15. PL 6726/2016: Teto remuneratório;
  16. PL 3515/2015: Superendividamento;
  17. PLP 19/2019: Autonomia do Banco Central;
  18. PL 4476/2020: Lei do gás; e
  19. PL 3877/2020: Depósitos voluntários.

Salve! Pra você que chegou até aqui, nossa gratidão! Agradecemos especialmente porque sua parceria fortalece  este nosso veículo de comunicação independente, dedicado a garantir um espaço de Resistência pra quem não tem  vez nem voz neste nosso injusto mundo de diferenças e desigualdades. Você pode apoiar nosso trabalho comprando um produto na nossa Loja Xapuri  ou fazendo uma doação de qualquer valor pelo PIX: contato@xapuri.info. Contamos com você! P.S. Segue nosso WhatsApp: 61 9 99611193, caso você queira falar conosco a qualquer hora, a qualquer dia. GRATIDÃO!

loja Xapuri camisetas


Réquiem para o Cerrado – O Simbólico e o Real na Terra das Plantas Tortas

Uma linda e singela história do Cerrado. Em comovente narrativa, o professor Altair Sales nos leva à vida simples e feliz  no “jardim das plantas tortas” de um pacato  povoado  cerratense, interrompida pela devastação do Cerrado nesses tempos cruéis que nos toca viver nos dias de hoje. 

COMPRE AQUI

Réquiem para o Cerrado

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

UMA REVISTA PRA CHAMAR DE NOSSA

Era novembro de 2014. Primeiro fim de semana. Plena campanha da Dilma. Fim de tarde na RPPN dele, a Linda Serra dos Topázios. Jaime e eu começamos a conversar sobre a falta que fazia termos acesso a um veículo independente e democrático de informação.

Resolvemos fundar o nosso. Um espaço não comercial, de resistência. Mais um trabalho de militância, voluntário, por suposto. Jaime propôs um jornal; eu, uma revista. O nome eu escolhi (ele queria Bacurau). Dividimos as tarefas. A capa ficou com ele, a linha editorial também.

Correr atrás da grana ficou por minha conta. A paleta de cores, depois de larga prosa, Jaime fechou questão – “nossas cores vão ser o vermelho e o amarelo, porque revista tem que ter cor de luta, cor vibrante” (eu queria verde-floresta). Na paz, acabei enfiando um branco.

Fizemos a primeira edição da Xapuri lá mesmo, na Reserva, em uma noite. Optamos por centrar na pauta socioambiental. Nossa primeira capa foi sobre os povos indígenas isolados do Acre: ‘Isolados, Bravos, Livres: Um Brasil Indígena por Conhecer”. Depois de tudo pronto, Jaime inventou de fazer uma outra boneca, “porque toda revista tem que ter número zero”.

Dessa vez finquei pé, ficamos com a capa indígena. Voltei pra Brasília com a boneca praticamente pronta e com a missão de dar um jeito de imprimir. Nos dias seguintes, o Jaime veio pra Formosa, pra convencer minha irmã Lúcia a revisar a revista, “de grátis”. Com a primeira revista impressa, a próxima tarefa foi montar o Conselho Editorial.

Jaime fez questão de visitar, explicar o projeto e convidar pessoalmente cada conselheiro e cada conselheira (até a doença agravar, nos seus últimos meses de vida, nunca abriu mão dessa tarefa). Daqui rumamos pra Goiânia, para convidar o arqueólogo Altair Sales Barbosa, nosso primeiro conselheiro. “O mais sabido de nóis,” segundo o Jaime.

Trilhamos uma linda jornada. Em 80 meses, Jaime fez questão de decidir, mensalmente, o tema da capa e, quase sempre, escrever ele mesmo. Às vezes, ligava pra falar da ótima ideia que teve, às vezes sumia e, no dia certo, lá vinha o texto pronto, impecável.

Na sexta-feira, 9 de julho, quando preparávamos a Xapuri 81, pela primeira vez em sete anos, ele me pediu para cuidar de tudo. Foi uma conversa triste, ele estava agoniado com os rumos da doença e com a tragédia que o Brasil enfrentava. Não falamos em morte, mas eu sabia que era o fim.

Hoje, cá estamos nós, sem as capas do Jaime, sem as pautas do Jaime, sem o linguajar do Jaime, sem o jaimês da Xapuri, mas na labuta, firmes na resistência. Mês sim, mês sim de novo, como você sonhava, Jaiminho, carcamos porva e, enfim, chegamos à nossa edição número 100. E, depois da Xapuri 100, como era desejo seu, a gente segue esperneando.

Fica tranquilo, camarada, que por aqui tá tudo direitim.

Zezé Weiss

P.S. Você que nos lê pode fortalecer nossa Revista fazendo uma assinatura: www.xapuri.info/assine ou doando qualquer valor pelo PIX: contato@xapuri.info. Gratidão!

PARCERIAS

CONTATO

logo xapuri

posts relacionados

REVISTA