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Empatia e amor ao próximo, eis a questão!

Empatia e amor ao próximo, eis a questão! O que ser? O que viver? É o nosso compromisso que temos com nossas decisões que se reflete em nossa vida. É coisa seríssima…

Por Antônio Villarreal

Estão anunciando pelas redes sociais, em relação ao Covid e às atitudes de algumas pessoas nas comunidades, para que não se deixem contaminar!

Para responder a essas perguntas, temos que usar a metodologia MPF – Metodologia Paulo Freire, senão poderemos dar respostas totalmente erradas. Podemos errar ao responder a importantes perguntas e nos tornarmos errados dentro de nossos corações, por conseguinte, ser causa dos nossos atos errados.

Observem, a dificuldade que é se conscientizar de que sabemos que somos seres Humanos e devemos agir como tal.

Historicamente, devemos sempre estar atentos e refletindo sobre todos os nossos atos. Foi por isso, que o historiador e demais doutores, em convenção, definiu que o nosso nome científico é Homo Sapiens Sapiens. Observe que se escreve duas vezes a palavra Sapiens. Significa que somos a espécie Homo, seres mamíferos, que tem a consciência de que sabe o que está acontecendo ao seu redor. Podemos ver, observar, refletir e decidir. Nosso querido Livre Arbítrio.

Se temos a consciência do que estamos fazendo, mesmo que nossos atos possam prejudicar outros humanos. Então, temos que nos preocupar em responder aquelas duas perguntas do início da minha crônica de forma humana e racional. Lembrando que é coisa séria!

É o nosso compromisso que temos com nossas decisões que se reflete em nossa vida. É coisa seríssima. A Vida deve estar em primeiro lugar e ser em todas as alternativas (riqueza, lazer) a mais importante.

Por isso, não devemos nos contaminar, minhas amigas e amigos. Não temos tempo, não temos mais fôlego para tantas notícias ruins. As pessoas não têm tanta estrutura emocional para tantos horrores.

Temos assistido por todas as formas as notícias ruins sendo aplaudidas, sendo glorificadas. Governantes desautorizando a ciência, a saúde pública. Pessoas, individualmente, procurando, alegremente, não seguir as normas de saúde pública, de formas as mais bizarras possíveis.

Usar máscara no pescoço é a mais engraçada. Um cidadão sai à rua, a um ambiente público, portanto, onde temos a obrigação de ser educados e disciplinados, sem máscara o com a dita mal colocada em seu rosto, deixando, geralmente, o nariz de fora, quando não, a boca também.

Escuta-se gente comentando que a pessoas com máscaras no pescoço está com problema de caxumba. Antigamente, dizia que a caxumba ou papeira surge no pescoço e vai para os testículos. E pode deixar uma pessoa inválida. Talvez, seria a razão de muitos homens com caxumba colocarem a máscara no pescoço.

Desse modo, fica a seriedade de termos compromissos com a comunidade em que vivemos. Não nos contaminarmos com as ideias fascistas, as atitudes de violência, com o charlatanismo, o negacionismo. Assim, poderemos ter a mente mais tranquila e verdadeira com a nossa comunidade de forma humana e interplanetária.

Antônio Villarreal – Professor. Escritor. 

Imagem Interna: Pais & Filhos

Empatia Pais e Filhos


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UMA REVISTA PRA CHAMAR DE NOSSA

Era novembro de 2014. Primeiro fim de semana. Plena campanha da Dilma. Fim de tarde na RPPN dele, a Linda Serra dos Topázios. Jaime e eu começamos a conversar sobre a falta que fazia termos acesso a um veículo independente e democrático de informação.

Resolvemos fundar o nosso. Um espaço não comercial, de resistência. Mais um trabalho de militância, voluntário, por suposto. Jaime propôs um jornal; eu, uma revista. O nome eu escolhi (ele queria Bacurau). Dividimos as tarefas. A capa ficou com ele, a linha editorial também.

Correr atrás da grana ficou por minha conta. A paleta de cores, depois de larga prosa, Jaime fechou questão – “nossas cores vão ser o vermelho e o amarelo, porque revista tem que ter cor de luta, cor vibrante” (eu queria verde-floresta). Na paz, acabei enfiando um branco.

Fizemos a primeira edição da Xapuri lá mesmo, na Reserva, em uma noite. Optamos por centrar na pauta socioambiental. Nossa primeira capa foi sobre os povos indígenas isolados do Acre: ‘Isolados, Bravos, Livres: Um Brasil Indígena por Conhecer”. Depois de tudo pronto, Jaime inventou de fazer uma outra boneca, “porque toda revista tem que ter número zero”.

Dessa vez finquei pé, ficamos com a capa indígena. Voltei pra Brasília com a boneca praticamente pronta e com a missão de dar um jeito de imprimir. Nos dias seguintes, o Jaime veio pra Formosa, pra convencer minha irmã Lúcia a revisar a revista, “de grátis”. Com a primeira revista impressa, a próxima tarefa foi montar o Conselho Editorial.

Jaime fez questão de visitar, explicar o projeto e convidar pessoalmente cada conselheiro e cada conselheira (até a doença agravar, nos seus últimos meses de vida, nunca abriu mão dessa tarefa). Daqui rumamos pra Goiânia, para convidar o arqueólogo Altair Sales Barbosa, nosso primeiro conselheiro. “O mais sabido de nóis,” segundo o Jaime.

Trilhamos uma linda jornada. Em 80 meses, Jaime fez questão de decidir, mensalmente, o tema da capa e, quase sempre, escrever ele mesmo. Às vezes, ligava pra falar da ótima ideia que teve, às vezes sumia e, no dia certo, lá vinha o texto pronto, impecável.

Na sexta-feira, 9 de julho, quando preparávamos a Xapuri 81, pela primeira vez em sete anos, ele me pediu para cuidar de tudo. Foi uma conversa triste, ele estava agoniado com os rumos da doença e com a tragédia que o Brasil enfrentava. Não falamos em morte, mas eu sabia que era o fim.

Hoje, cá estamos nós, sem as capas do Jaime, sem as pautas do Jaime, sem o linguajar do Jaime, sem o jaimês da Xapuri, mas na labuta, firmes na resistência. Mês sim, mês sim de novo, como você sonhava, Jaiminho, carcamos porva e, enfim, chegamos à nossa edição número 100. E, depois da Xapuri 100, como era desejo seu, a gente segue esperneando.

Fica tranquilo, camarada, que por aqui tá tudo direitim.

Zezé Weiss

P.S. Você que nos lê pode fortalecer nossa Revista fazendo uma assinatura: www.xapuri.info/assine ou doando qualquer valor pelo PIX: contato@xapuri.info. Gratidão!

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