
OS GEOGLIFOS DO ACRE
Os Geoglifos do Acre – Figuras esculpidas há mais de mil anos em terras acreanas desafiam a lógica e seguem

Os Geoglifos do Acre – Figuras esculpidas há mais de mil anos em terras acreanas desafiam a lógica e seguem

Perséfone, a romã e a mulher – Dos mitos gregos, talvez este seja um dos menos lidos. Conta a lenda

Achille Mbembe: “A era do humanismo está terminando” – Achille Mbembe (1957, Camarões francês) é historiador, pensador pós-colonial e cientista
NÓS SOMOS, por definição e opção, uma empresa caseira de comunicação socioambiental, voltada para a realização de um jornalismo independente e de resistência, centrado na defesa da cultura popular, dos direitos humanos, do meio ambiente e da cidadania plena, sobretudo para aqueles e aquelas que não costumam ter vez nem voz nos meios de comunicação corporativos em nosso país.
EM COMUNICAÇÃO POPULAR, fazemos um pouco de tudo, sempre com muito carinho e sempre a serviço da visibilidade e do fortalecimento dos movimentos e lutas: publicamos livros e e-books, montamos exposições multimídia, produzimos conteúdos para as redes sociais e, há quase dez anos, mantemos este site com matérias autorais e uma curadoria diária dos achados fascinantes que vamos encontrando Brasil afora.
MAS NOSSO XODÓ, MESMO, É NOSSA REVISTA XAPURI, toda ela feita com matérias, revisão e edição voluntárias, publicada e distribuída mensalmente, faça chuva ou faça sol, desde novembro de 2014, em formato impresso e eletrônico, sem furar um único mês! Em novembro, nossa paixão completa dez anos, linda de viver. Querendo dar um presente pra gente, é só fazer uma assinatura, ou uma doação via pix: contato@xapuri.info.
ESSE SONHO SÓ FEITO POSSÍVEL, porque contamos, no dia a dia, com essa nossa incrível equipe, composta por pessoas profissionais cuidadosas, amorosas e gentis, mesmo sendo elas, em sua grande maioria, voluntárias: Agamenon Torres, Arthur Wentz, Eduardo Pereira, Emir Bocchino, Iolanda Rocha, Igor Strochit, Janaina Faustino, Joe Weiss, Lúcia Resende, Maria Letícia Marques e Zezé Weiss.
DA MESMA FORMA, só porque contamos com o apoio irrestrito de nossa jornalista responsável, Thaís Maria Pires, de cada um e de cada uma de nossos conselheiros e conselheiras, de cada qual de vocês que curte, comenta e compartilha o que produzimos, que assina nossa revista, e de quem faz doações mensais ou eventuais, é que temos o privilégio e a honra de seguir fazendo o nosso sonho acontecer.
MIL GRATIDÕES!
Nossa história começa no ano de 2008, nos 20 anos do assassinato do Chico Mendes. Um grupo de militantes decidiu fazer um livro. Uma espécie de biografia coletiva, construída a muitas mãos. O CNS, a Coiab e o GTA assumiram o projeto.
Zezé Weiss assumiu o preparo editorial. Sandra Dantas (já encantada) tomou conta da produção. Jacques Pena, na Fundação Banco do Brasil, e Carlos Minc, no Ministério do Meio Ambiente, viabilizaram a impressão.
Júlia Feitoza e Zezé Weiss, com o apoio de Abrahim Farhat, o Lhé (também já encantado), Angela Mendes, Binho Marques, Elenira Mendes, Elson Martins, Gomercindo Rodrigues, Jorge Viana, Júlio Barbosa, Raimunda Bezerra e todo o povo do Acre, organizaram o “Vozes da Floresta”.
Joci Aguiar, José Arnaldo e Marcos Jorge Dias pegaram firme nas entrevistas. Marcos Jorge literalmente mudou-se pra Formosa pra ajudar na redação. Lúcia Resende e Iêda Vilas-Boas (já encantada) racharam noites e noites na revisão.
Wellington Braga, da Agência Extrema, fez ele mesmo a diagramação. Ninguém cobrou um único centavo para fazer esse registro histórico da memória e do legado de Chico Mendes.
Livro pronto, cadê a editora? Não tinha! Assim nasceu a Xapuri, fruto dessa precisão. Em 2013, nos 25 anos da morte do Chico, o grupo se mobilizou de novo, para o preparo da segunda edição do “Vozes da Floresta”. Original revisado, graças à persistência de Júlia Feitoza, o livro foi impresso pela Gráfica do Senado, com o apoio de Jorge Viana e de Tião Viana, então Senador da República.
No ano seguinte, em novembro de 2014, Zezé Weiss e Jaime Sautchuk, que partiu do espaço físico deste nosso mundo em 14 de julho de 2021, criaram a revista Xapuri Socioambiental.
O resto é história conhecida, registrada mês a mês nas páginas da revista e nas abas deste site. Coletivamente, produzimos e-books, exposições multimídia, livros impressos, lives solidárias, e, mais recentemente, entramos na onda dos podcasts.
Muito orgulho dessa nossa história!
Nossa inspiração vem daqueles e daquelas que lutaram e lutam por um mundo melhor, mais verde, mais justo e mais solidário, para as gerações presentes e futuras.
Vem da incrível odisseia de Chico Mendes e do movimento de seringueiros do Vale do Acre que, desde a década de 1970, resistiram e resistem em defesa da floresta amazônica e dos povos que nela e dela vivem.
Vem da resiliência dos povos do Cerrado nessa luta quase sempre inglória contra o avanço do agronegócio que faz do sertão cerratense uma das regiões mais devastadas do Brasil.
Vem do exemplo das populações indígenas, quilombolas, ribeirinhas e extrativistas que, desde o princípio dos tempos, fizeram e ainda hoje fazem o que tem que ser feito para garantir seu modo de vida saudável, feliz e sustentável.
Vem da fascinante constatação dos valores de uma cultura de um povo que, ao longo de 650 gerações, construiu essa nossa rica história de causos, magias, mitos e lendas, capazes de traduzir ricas lições e fundamentais ensinamentos de vida.
É com base nesses princípios que definimos nossa agenda. Onde houver uma boa história pra contar, uma liderança esperneando na luta, uma comunidade apontando caminhos, alguém querendo mudar o mundo, é lá que nós estamos.
QUERENDO ESTAR CONOSCO, É SÓ CHAMAR! (contato@xapuri.info)
Gratidão, Esperança e Solidariedade são os valores que nos movem.
Gratidão a esse mundaréu de gente que confia em nosso trabalho, que conta conosco para espalhar as boas-novas de suas lutas, seus projetos, seus desafios, suas conquistas. Gratidão aos povos das florestas, dos campos e das águas, que compartilham conosco muito do seu espernear e uma vasta imensidão do seu esperançar.
Esperança de que nossa militância na comunicação de resistência possa fortalecer um jornalismo ético, totalmente sem fake news, que tem por princípio a democratização da informação, para que, por meio do conhecimento, possamos caminhar na construção de um mundo melhor, mais justo e mais solidário para as gerações presentes e futuras.
Solidariedade, sempre, com as pessoas, comunidades e populações oprimidas, excluídas e vulneráveis, em geral ignoradas, inconvenientes ou invisíveis para o conjunto da sociedade brasileira. Solidariedade, sempre, com as lutas coletivas de quem esperneia para fazer a valer a máxima de que, quando ninguém solta a mão de ninguém, um outro mundo, de fato, se torna possível.
Mais do que uma revista, um espaço de resistência!
Nossa missão é fortalecer a agenda socioambiental das lutas e da resistência.
Trabalhamos sob o mantra da palavra Xapuri, herdada do extinto povo indígena Chapurys, que um dia habitou as barrancas do Rio Acre, lá pelas bandas das matas em que viveu Chico Mendes.
Para os Chapurys, a palavra Xapuri significava “rio antes”. Em nossa livre interpretação, Xapuri quer dizer “o que vem antes”, o princípio das coisas, o que falta fazer, o que tem que ser feito, a estrada por caminhar.

Brasil quer alavancar recuperação de terras degradadas. Ações independentes se somam a estratégias do governo brasileiro para restaurar 12 milhões de hectares até 2030…

Adelina Charuteira é mais uma mulher negra que lutou contra a escravidão. Conseguiu envolver muitos negros escravos contando sobre os comícios assistidos por ela e

Lá de cima, na cobertura de frente para o mar, não se tem uma visão como essa, sequer se conseguem ver as bandeiras dos navios

Peirópolis, a terra mineira dos dinossauros …

Ahaha: a história de uma mulher chefe de ‘empresa’ há 4 mil anos e outras cartas encontradas ( textos curtos, em escrita cuneiforme) registram a

Fases cerâmicas da Amazônia – A Amazônia constitui-se um espaço geográfico extremamente complexo e amplo …

Perfumada laranjeira/Linda assim dessa maneira/Sorrindo à luz do arrebol/Toda em flores, branca toda/ – Parece a noiva do Sol/ Preparada

Pablo Neruda: “Aqui eu te amo” – Aqui eu te amo./Nos escuros pinheiros se desenlaça o vento./Fosforece a lua sobre

“Kiñana Ikinai, é um espaço aberto no meio do círculo de Mariri para a resolução de conflitos, tendo a comunidade

A Canção para os Fonemas da Alegria, escrita por Thiago de Mello em 1964, faz referência …

Com a munição de livros pronta, o artista percorre as ruas de Buenos Aires, na Argentina…

Pau Pereira: o professor do ABCerrado – O professor Flávio Paulo Pereira (Pau Pereira) passou sua infância em Planaltina-DF, tendo como espaço para brincadeiras …

A corja do mercado concentrador de renda que explora o turismo nacional tenta fazer de nosso mar o que fizeram na província de La Altagracia

Chão urbano para todos – Terra pública urbana, espaço coletivo produzido e repartido. Vastos mosaicos buliçosos enfeitam o solo nas quatro estações …

A riqueza como tempo do bem viver – Da acumulação material de Aristóteles e Marx às capacidades humanas de Sen, a riqueza culmina em um

Durante a Idade Média, astrônomos como Galileu e Copérnico desafiaram a crença de que a Terra fosse o centro do universo, contrariando a interpretação que

Vamos dar valor ao seringueiro. Vamos dar valor a esta nação. Pois é com o trabalho desse povo …

A preservação da Mata Atlântica levou uma comunidade em Barra do Turvo, interior paulista, ao saneamento básico, à autonomia financeira e ao protagonismo comunitário para

O cenário registrado nas ruas brasileiras no início de dezembro reflete a tendência de agravamento da violência em todo o país. Dados oficiais e pesquisas

Parque Nacional Marinho de Abrolhos o Paraíso Subaquático – Imagine um destino onde águas cristalinas…

Uma pequena história às margens do Rio Tarauacá – O sol estava a pino. Já passava do meio dia quando ele finalmente conseguiu acertar tudo

“O Kuarup não pode acabar nunca e deve passar de pai para filho” – Kotoc Kamaiurá

Nos seringais de Xapuri indagam:/ onde a sombra exilada de Chico Mendes?/ Organizador dos ventos gerais/ que combatem depois das cercas,/ de todas as cercas

Amo-te tanto, meu amor… não cante. O humano coração com mais verdade…. Amo-te como amigo e como amante. Numa sempre diversa realidade. Amo-te afim, de

NÓS, mulheres brasileiras indignadas com o rompimento do Estado Democrático de Direito, traduzido em especial na condenação injusta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Pegaram um dia um operário e disseram-lhe: Senta-te no banco dos réus. És acusado de haveres nascido com sonhos na cabeça. És acusado de teres

Bilhete para um Operário/És acusado de ficares pelas esquinas conversando em voz baixa com amigos enquanto…

Abolição? A proposta de abolir … Exterminar com a escravatura ou exterminar o povo preto escravizado? Coisificar pessoas é um processo de abolição, de exterminar

Na Amazônia tem uma planta chamada “raiz de cobra” e do extrato dela se faz o Específico, um fitoterápico …

Quando pela garganta – Paulo Colina – Quando pela garganta/desce abrupta mão …

Homenagem a José Gomes da Silva, pioneiro da luta pela Reforma Agrária – Se temos conquistas a celebrar …

A vida é Dez! – Para Jaime Sautchuk – A palavra ágil e leve, mas precisa e aguda, foi sua marca …

O comunismo na poesia de Drummond – Carlos Drummond de Andrade se aproximou do Partido Comunista do Brasil na década de 1940 …

Precisamos ampliar a nossa visão para todos os lados, para cima, para baixo, para o centro, para lado direito, para o lado esquerdo, em todos

É sempre bom lembrar que Portugal não inventou a escravidão nem tampouco os grupos de negros africanos trazidos ao Brasil foram os primeiros seres humanos

O Riachão a matriarca é a Iaiá, Dona Procópia. É ela que dá aconselhamentos, que puxa as rezas, instrui sobre plantações e colheitas. Só não

Macambira-de-flexa – Planta muito comum no semiárido brasileiro, a bromélia rupícola ou macambira-de-flecha tem uma importância que vai muito além dos seus usos em artesanatos

Parece coruja, mas não é: é o Bacurau – No folclore caboclo, reza a lenda que para participar de uma festa …

O quero-quero é pássaro barulhento, fofoqueiro, mas é do bem …

Piscinas verdes no Vale da Lua – Bem aqui na Serra da Boa Vista, bem próximo ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, no município

Quando Simeão Urbano Dias acertou com o padre de Jaraguá o nome para o município …

Como nascem as cidades – “Algumas povoações resistiram, como Pirenópolis, Goiás, Corumbá, cujos habitantes entregaram-se à lavoura de subsistência e à criação de gado …”

É preciso também equacionar o hiato entre a Política Nacional de Mudança do Clima (PNMC), estabelecida em 2009, quando o Brasil estabeleceu metas voluntárias de

Alerta vermelho: As mudanças climáticas são a maior ameaça à saúde do século 21, e milhões de pessoas já vêm sofrendo suas consequências mundo afora

Kiribati: Primeiro país a ser evacuado devido às mudanças climáticas – O nível médio do mar subiu em média 3,2 mm/ano desde 1993 e a

Descobriram que os troncos e galhos de árvores se contraem e se expandem para “bombear” a água das raízes até as folhas, semelhante à

O cuidado em sua carência: o descuido Há os que têm cuidado de menos. São os descuidados e displicentes. Normalmente não conseguem ser inteiros

Adoecemos a Terra, e a Terra nos adoece – De uma ou de outra forma, todos nos sentimos doentes física, psíquica e espiritualmente …

Martin Luther King Jr. (1929-1968): “Eu tenho um sonho…” Discurso de Martin Luther King Jr. em 28/08/1963 – Tradução: Fundação Cultural Palmares …

Aves de rapina na Caatinga: o Gavião-Carijó – As aves de rapina são conhecidas por suas incríveis habilidades…

Lula sanciona lei que cria campanha Julho Dourado para proteção de animais – Medida promove saúde, adoção de pets e prevenção de zoonoses, além de

A “paz através da força” e as eleições brasileiras – Pressão de Trump sobre a América Latina faz lembrar suporte dos EUA à ditadura

Ai de ti, Haiti, sangrado coração. Se o mundo é um vale de lágrimas, o Haiti é, certamente,…

Manuela Sáenz: A libertadora do libertador – Para ler e gostar deste texto é preciso voltar à história, relembrar as duras batalhas …

Cora Coralina: o mais importante é o decidir – Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir …

Os filhos são da mãe e às vezes nem pai têm./ Eu não quero flores/ e os espinhos eu mesma arranco no dente./Já aprendi o
Cordel da Mulher – homenagem a todas as mulheres do mundo – Mil flores às mulheres/Por tudo o que elas são/ A Mulher é Natureza/É

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