
THIAGO DE MELLO: AS CORUJAS
As corujas – Podem até ser um pouco tristonhas. Mas me fazem um inefável bem à alma o canto dos

As corujas – Podem até ser um pouco tristonhas. Mas me fazem um inefável bem à alma o canto dos

Julieta Ines Hernández Martinez, 38 anos, cidadã planetária, nascida na Venezuela, apaixonada pelo Brasil, onde viveu por oito anos, estudou

Louva-a-Deus, o Louvor Verde – O inseto verde de características biológicas fascinantes, carrega consigo a rica carga simbólica e cultural
NÓS SOMOS, por definição e opção, uma empresa caseira de comunicação socioambiental, voltada para a realização de um jornalismo independente e de resistência, centrado na defesa da cultura popular, dos direitos humanos, do meio ambiente e da cidadania plena, sobretudo para aqueles e aquelas que não costumam ter vez nem voz nos meios de comunicação corporativos em nosso país.
EM COMUNICAÇÃO POPULAR, fazemos um pouco de tudo, sempre com muito carinho e sempre a serviço da visibilidade e do fortalecimento dos movimentos e lutas: publicamos livros e e-books, montamos exposições multimídia, produzimos conteúdos para as redes sociais e, há quase dez anos, mantemos este site com matérias autorais e uma curadoria diária dos achados fascinantes que vamos encontrando Brasil afora.
MAS NOSSO XODÓ, MESMO, É NOSSA REVISTA XAPURI, toda ela feita com matérias, revisão e edição voluntárias, publicada e distribuída mensalmente, faça chuva ou faça sol, desde novembro de 2014, em formato impresso e eletrônico, sem furar um único mês! Em novembro, nossa paixão completa dez anos, linda de viver. Querendo dar um presente pra gente, é só fazer uma assinatura, ou uma doação via pix: contato@xapuri.info.
ESSE SONHO SÓ FEITO POSSÍVEL, porque contamos, no dia a dia, com essa nossa incrível equipe, composta por pessoas profissionais cuidadosas, amorosas e gentis, mesmo sendo elas, em sua grande maioria, voluntárias: Agamenon Torres, Arthur Wentz, Eduardo Pereira, Emir Bocchino, Iolanda Rocha, Igor Strochit, Janaina Faustino, Joe Weiss, Lúcia Resende, Maria Letícia Marques e Zezé Weiss.
DA MESMA FORMA, só porque contamos com o apoio irrestrito de nossa jornalista responsável, Thaís Maria Pires, de cada um e de cada uma de nossos conselheiros e conselheiras, de cada qual de vocês que curte, comenta e compartilha o que produzimos, que assina nossa revista, e de quem faz doações mensais ou eventuais, é que temos o privilégio e a honra de seguir fazendo o nosso sonho acontecer.
MIL GRATIDÕES!
Nossa história começa no ano de 2008, nos 20 anos do assassinato do Chico Mendes. Um grupo de militantes decidiu fazer um livro. Uma espécie de biografia coletiva, construída a muitas mãos. O CNS, a Coiab e o GTA assumiram o projeto.
Zezé Weiss assumiu o preparo editorial. Sandra Dantas (já encantada) tomou conta da produção. Jacques Pena, na Fundação Banco do Brasil, e Carlos Minc, no Ministério do Meio Ambiente, viabilizaram a impressão.
Júlia Feitoza e Zezé Weiss, com o apoio de Abrahim Farhat, o Lhé (também já encantado), Angela Mendes, Binho Marques, Elenira Mendes, Elson Martins, Gomercindo Rodrigues, Jorge Viana, Júlio Barbosa, Raimunda Bezerra e todo o povo do Acre, organizaram o “Vozes da Floresta”.
Joci Aguiar, José Arnaldo e Marcos Jorge Dias pegaram firme nas entrevistas. Marcos Jorge literalmente mudou-se pra Formosa pra ajudar na redação. Lúcia Resende e Iêda Vilas-Boas (já encantada) racharam noites e noites na revisão.
Wellington Braga, da Agência Extrema, fez ele mesmo a diagramação. Ninguém cobrou um único centavo para fazer esse registro histórico da memória e do legado de Chico Mendes.
Livro pronto, cadê a editora? Não tinha! Assim nasceu a Xapuri, fruto dessa precisão. Em 2013, nos 25 anos da morte do Chico, o grupo se mobilizou de novo, para o preparo da segunda edição do “Vozes da Floresta”. Original revisado, graças à persistência de Júlia Feitoza, o livro foi impresso pela Gráfica do Senado, com o apoio de Jorge Viana e de Tião Viana, então Senador da República.
No ano seguinte, em novembro de 2014, Zezé Weiss e Jaime Sautchuk, que partiu do espaço físico deste nosso mundo em 14 de julho de 2021, criaram a revista Xapuri Socioambiental.
O resto é história conhecida, registrada mês a mês nas páginas da revista e nas abas deste site. Coletivamente, produzimos e-books, exposições multimídia, livros impressos, lives solidárias, e, mais recentemente, entramos na onda dos podcasts.
Muito orgulho dessa nossa história!
Nossa inspiração vem daqueles e daquelas que lutaram e lutam por um mundo melhor, mais verde, mais justo e mais solidário, para as gerações presentes e futuras.
Vem da incrível odisseia de Chico Mendes e do movimento de seringueiros do Vale do Acre que, desde a década de 1970, resistiram e resistem em defesa da floresta amazônica e dos povos que nela e dela vivem.
Vem da resiliência dos povos do Cerrado nessa luta quase sempre inglória contra o avanço do agronegócio que faz do sertão cerratense uma das regiões mais devastadas do Brasil.
Vem do exemplo das populações indígenas, quilombolas, ribeirinhas e extrativistas que, desde o princípio dos tempos, fizeram e ainda hoje fazem o que tem que ser feito para garantir seu modo de vida saudável, feliz e sustentável.
Vem da fascinante constatação dos valores de uma cultura de um povo que, ao longo de 650 gerações, construiu essa nossa rica história de causos, magias, mitos e lendas, capazes de traduzir ricas lições e fundamentais ensinamentos de vida.
É com base nesses princípios que definimos nossa agenda. Onde houver uma boa história pra contar, uma liderança esperneando na luta, uma comunidade apontando caminhos, alguém querendo mudar o mundo, é lá que nós estamos.
QUERENDO ESTAR CONOSCO, É SÓ CHAMAR! (contato@xapuri.info)
Gratidão, Esperança e Solidariedade são os valores que nos movem.
Gratidão a esse mundaréu de gente que confia em nosso trabalho, que conta conosco para espalhar as boas-novas de suas lutas, seus projetos, seus desafios, suas conquistas. Gratidão aos povos das florestas, dos campos e das águas, que compartilham conosco muito do seu espernear e uma vasta imensidão do seu esperançar.
Esperança de que nossa militância na comunicação de resistência possa fortalecer um jornalismo ético, totalmente sem fake news, que tem por princípio a democratização da informação, para que, por meio do conhecimento, possamos caminhar na construção de um mundo melhor, mais justo e mais solidário para as gerações presentes e futuras.
Solidariedade, sempre, com as pessoas, comunidades e populações oprimidas, excluídas e vulneráveis, em geral ignoradas, inconvenientes ou invisíveis para o conjunto da sociedade brasileira. Solidariedade, sempre, com as lutas coletivas de quem esperneia para fazer a valer a máxima de que, quando ninguém solta a mão de ninguém, um outro mundo, de fato, se torna possível.
Mais do que uma revista, um espaço de resistência!
Nossa missão é fortalecer a agenda socioambiental das lutas e da resistência.
Trabalhamos sob o mantra da palavra Xapuri, herdada do extinto povo indígena Chapurys, que um dia habitou as barrancas do Rio Acre, lá pelas bandas das matas em que viveu Chico Mendes.
Para os Chapurys, a palavra Xapuri significava “rio antes”. Em nossa livre interpretação, Xapuri quer dizer “o que vem antes”, o princípio das coisas, o que falta fazer, o que tem que ser feito, a estrada por caminhar.

“Não venha forte que sou do Norte”: Viva a Cabanagem! Viva a Cabanagem! “Não venha forte…

Drachten: uma cidade sem sinais e com raros acidentes – Cidade holandesa de Drachten dispensou os sinais de trânsito tradicionais e ganhou a paz…

Em seu livro Brasília e Formosa – 4.500 anos de História (2005), o escritor Gustavo Chauvet faz um relato sobre o povoado de Santo Antonio,

A região de arqueológica de Serranópolis, cidade situada no sudoeste de Goiás, pela natureza e característica dos sítios arqueológicos aí encontrados, desempenha importante papel…

No caso específico da Biogeografia e da Geologia, vários dos conceitos até então imperantes tiveram que ser abandonados. A partir de então, o planeta Terra

CASAS SUBTERRÂNEAS DOS KAINGANG Os Kaingang, uma das 305 atuais etnias do Brasil, já habitavam o Planalto Meridional Brasileiro …

Quem vai à Bahia sempre volta com uma fitinha do Senhor do Bomfim amarrada no pulso, no tornozelo, na mochila,

O escritor Frei Betto tem um livro chamado: “Minha avó e seus mistérios”, no qual se inspira nas lições que

Mamãe Oxum: deusa do amor, orixá das águas – Celebramos Mamãe Oxum em 08 de dezembro …

Nísia Floresta, pioneira na luta pelo direito à educação das mulheres
Boa esposa, mãe e dama da sociedade. No Brasil imperial do século XIX, estes

Escola Agrícola Municipal Lucila Saad Batista: Patrimônio Educacional de Formosa – Conta a memória oral que a Escola Agrícola de Formosa …

Verdades da profissão de professor – Por Paulo Freire – Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível …

Desde o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, a ideia de justiça tributária deixou de ser um tema técnico restrito ao

Dados do relatório da Oxfam, que discute a relação das desigualdades e o poder corporativo global, mostram que 63% da riqueza do Brasil está nas
Cadê o povo? O que ocorre com o povo brasileiro? Dá pra ecoar, hoje em dia, “Viva o povo brasileiro” …

Isolados, Bravos, Livres: Um Brasil indígena por conhecer Isolados, Bravos, Livres: Um Brasil indígena por conhecer – Há menos de uma década, na calorenta manhã do

Este poema inspirado no bombardeio realizado pelos EUA na cidade de Hiroshima, no Japão, foi um dos seus mais contundentes protestos em forma…

Nísia Floresta: Pioneira do feminismo no Brasil – Nasceu Dionísia Gonçalves Pinto, em Papari – hoje cidade Nísia Floresta – Rio Grande do Norte, em

Adeus, Luiz Melodia/ Pérola Negra da canção / A Juventude Transviada/ Com saudade e emoção/ Despede do grande artista/ Que tocou nosso coração…

Abissínia Monteiro casou-se com o agrimensor Clóvis Bueno no ano da graça de 1943, sem saber que Clóvis era codinome …

O legado de Cruls – Neste 2014 que se esvai comemoramos os 120 anos de aprovação …

Bahia: O legado dos negros malês que se rebelaram antes do fim da escravidão – Salvador, 25 de janeiro …

Semiárido: um perverso cartão postal/ A beleza, as cores e o dia a dia do sertanejo na convivência com a seca do Nordeste que, quando

O Hino Nacional, Djuena e o Povo Tikuna – Em tempos de perdas de referências. É sempre bom lembrar …

Bilhete para um Operário/És acusado de ficares pelas esquinas conversando em voz baixa com amigos enquanto…

Lula no Acre: investimentos, reconexão e esperança – A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Acre em 8 de agosto de 2025

Culpado por ter nascido (ou oficina para uma condenação anunciada) -Sob a toga a mão sinistra lavra a…

Zezé Weiss: O PT é um compromisso, uma esperança e uma paixão em minha vida – Participei das Comissões Pró-PT …

Moraes decide que Bolsonaro continuará preso na superintendência da PF – Ex-presidente foi condenado a mais de 27 de prisão pela trama golpista …

Caso de denúncias contra o Brasil vem à tona a partir de trabalho de pesquisa de documentos da diplomacia brasileira. Uma pesquisa inédita revela que

Bolsonaro passa por audiência de custódia neste domingo – A audiência será por videoconferência, na Superintendência da PF …

Bolsonaro é preso preventivamente na Polícia Federal em Brasília – Ministro Alexandre de Moraes usou a “garantia de ordem pública” …

A leveza das utopias No condomínio das repetições, as emoções são corrompidas pelo preconceito, o racismo e o sexismo.

Dona Romana: a vidente de Natividade – No Tocantins, na cidade de Natividade, chama a atenção um quintal pequeno, porém recheado de enormes esculturas de

O meu bom destino – Meus olhos sondavam a escura floresta que teimava em fechar o varadouro (caminho) cheio de curvas e desvãos. O sol,

Nasci, cresci, e vivo, ainda nos dias de hoje, escutando aqui e acolá, que o Brasil é um país de racismo velado…

Pinhão-bravo: planta medicinal da Caatinga, um bioma rico em biodiversidade, com fauna e flora abundantes …
Febre Amarela: O macaco não tem cullpa!
À medida em quem casos de febre amarela em macacos são relatados em vários locais do Brasil,

O Buriti e a Carnaúba: entre a Academia e a Ciência – Na busca para entender a distribuição geográfica …

Contribuição ao debate sobre o Ecossocialismo – Aternativas anticapitalistas e anti-hegemônicas estão se forjando …

Parece coruja, mas não é: é o Bacurau – No folclore caboclo, reza a lenda que para participar de uma festa …

Lembra que o guanandi na Mata Atlântica é indicador de nascente de água. Minhocoçu, com cerca de 2 metros e 350 gramas é indicador de

Brasília recebe encontros preparatórios para a COP30 – Capital federal sedia reuniões ministeriais e fóruns sociais em contagem regressiva para a conferência climática em Belém

Seca e estiagem: qual a diferença entre uma e outra? – Qual a diferença entre seca e estiagem? Entenda de uma …

As auditoras de controle externo do Tribunal de Contas do Acre (TCE-AC), Juliana Moreira e Renata Tessaro, da 8ª Coordenadoria Especializada de Controle Externo …

Comer o mundo” ou “salvaguardar o mundo?” “Comer o mundo” ou “salvaguardar o mundo” representam uma metáfora…

Em cada virada de ano, falamos do tempo que passou e do novo que se inicia. Mas que é o tempo? Ninguém sabe. Nem

Para onde estamos indo? Há a convergência de inúmeras crises que estão afligindo a humanidade inteira …

Realizou-se em Belém (PA), nos últimos dias 10 e 11 de abril, na Assembleia Legislativa do Pará, o I Encontro de Familiares de Camponeses Mortos,

Assassinato de líder quilombola escancara “barreiras cruéis” que descendentes de escravizados precisam transpor para ter suas vidas e territórios reconhecidos. Declaração de Belém…

Homenagem a José Gomes da Silva, pioneiro da luta pela Reforma Agrária – Se temos conquistas a celebrar …

Do genocídio dos valentes Goyá: Não foi mito, nem lenda, foi história. Oré ‘angar-aûsup-a (ba)-pe T-ur-i (Por amar nossa alma veio)…

Ro’Otsitsina Xavante: Machismo e Mulheres Indígenas : Porta-voz do movimento das mulheres indígenas, conta como elas estão se organizando para combater o machismo nas

Um dos tratamentos mais intrigantes da medicina indígena é o Kambô, frequentemente chamado de “vacina do sapo” …

Edel Moraes: Uma mulher com marca de água, de mato, de terra, de flor, e de luta …

Eunice Paiva, a mulher-símbolo da luta contra os crimes da ditadura militar, estava lá, com Lula, construindo o partido político que mudou a história do

Nonô e Letice: Artesãs-Licoreiras produzem o primeiro licor nobre do Cerrado …

Isolados, Bravos, Livres: Um Brasil indígena por conhecer Isolados, Bravos, Livres: Um Brasil indígena por conhecer – Há menos de uma

Este poema inspirado no bombardeio realizado pelos EUA na cidade de Hiroshima, no Japão, foi um dos seus mais contundentes

Nísia Floresta: Pioneira do feminismo no Brasil – Nasceu Dionísia Gonçalves Pinto, em Papari – hoje cidade Nísia Floresta –
Este site usa cookies para melhorar a sua experiência enquanto navega pelo site. Destes, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.