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10 curiosidades sobre o Natal

10 curiosidades sobre o Natal

 

Natal é uma comemoração cristã muito tradicional e muito popular em todo o mundo. É uma data religiosa que comemora o nascimento de Jesus Cristo, o símbolo maior da religião de maior número de adeptos no mundo, o cristianismo.

E este será o tema deste artigo, que apresentará 10 curiosidades sobre o Natal. Curiosidades sobre como é comemorado, quais são as festividades mais tradicionais e as representações desse feriado,  que é comemorado no dia 25 de Dezembro em todo o mundo.

  1. Comemoração do Natal

    É uma data muito comemorada e tradicional na maioria das famílias. É muito comum fazer uma ceia com muitos produtos e receitas populares típicas de Natal. Os ambientes são decorados com enfeites natalinos. Entrega de cartões e músicas natalinas também são muito comuns. A troca de cumprimentos desejando um Feliz Natal e a troca de presentes também são particularidades muito agradáveis.

  2. Celebrações Religiosas

    Na maioria das igrejas cristãs sejam católicas ou evangélicas, são feitas celebrações religiosas. Leituras de passagens bíblicas são lidas para todos os presentes, como forma de relembrar a importância do nascimento de Jesus Cristo, e de todo o espírito de amor e de fraternidade, além de enaltecer toda a sua influência na mentalidade cristã.

  3. Papai Noel

    A figura do velhinho simpático, de barbas longas e de sorriso engraçado é o principal personagem do Natal. O papai Noel, é um personagem histórico infantil, muito requisitado na maioria dos comércios do ocidente. Pois a sua figura fantasia o imaginário infantil. A história do papai Noel foi baseada na vida de São Nicolau, um arcebispo turco. Um santo da igreja católica que viveu por volta do ano de 300 depois de Cristo, e ficou famoso por levar consigo um saco cheio de brinquedos para doar as crianças. E a lenda do bom velhinho se espalhou por todo mundo e transformando o papai Noel no personagem mais famoso do Natal.

  4. Tradições Natalinas

    As principais tradições natalinas, hoje em dia, são o comércio de lâmpadas luminosas, os famosos “piscas-piscas”. A montagem de árvores de natal que na maioria das casas são enfeitadas com adornos, representando o nascimento e a vida, sendo que existem grandes árvores montadas na maioria das grandes cidades. Guirlandas (coroas de natal) são confeccionadas e instaladas nas portas das residências, como forma de representar toda a receptividade para esta data tão especial. Outra tradição é a cor vermelha, ela está presente na maioria dos enfeites.

  5. Amigo Secreto

    Fazer a brincadeira do amigo secreto é muito comum no Natal, como forma de confraternização entre um grupo de colegas de trabalho ou de familiares.

  6. Estrelas

    As estrelas são símbolos muito presentes nas árvores e nas figuras e sua principal representação é a proteção divina. Assim como na história bíblica, os três reis magos seguiram uma estrela para chegar até a manjedoura onde nasceu o menino Jesus.

  7. Montagem de presépios

    É muito comum esta representação na época do Natal. A tradição de montar presépios na época do Natal partiu de um santo da igreja católica, São Francisco de Assis. E essa tradição se espalhou pelo mundo inteiro.

  8. Bonecos de Neve

    Nos países de temperatura baixa é muito comum a montagem de bonecos de neves em todos os lugares. Sendo muito comum montar o boneco com a própria neve, cenoura (para fazer o nariz) e galhos secos.

  9. Chester

    É uma ave preparada exclusivamente para ser consumida nesta época do ano. Sendo que o chester é um frango com maior quantidade de carne do que o normal, o que o faz um alimento diferente e curiosamente só é vendido e consumido na época do Natal.

  10. Peru

    Outra ave que só é consumida no Natal, e que curiosamente é vendida com um apito que faz um barulho quando a carne atinge certa temperatura no forno.
    Essas são 10 curiosidades do Natal, sendo que existem muitas outras. O importante é estar com a família e comemorar essa data tão especial!

Fonte:  meliuz.com.br/blog      Edição: Xapuri

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Era novembro de 2014. Primeiro fim de semana. Plena campanha da Dilma. Fim de tarde na RPPN dele, a Linda Serra dos Topázios. Jaime e eu começamos a conversar sobre a falta que fazia termos acesso a um veículo independente e democrático de informação.

Resolvemos fundar o nosso. Um espaço não comercial, de resistência. Mais um trabalho de militância, voluntário, por suposto. Jaime propôs um jornal; eu, uma revista. O nome eu escolhi (ele queria Bacurau). Dividimos as tarefas. A capa ficou com ele, a linha editorial também.

Correr atrás da grana ficou por minha conta. A paleta de cores, depois de larga prosa, Jaime fechou questão – “nossas cores vão ser o vermelho e o amarelo, porque revista tem que ter cor de luta, cor vibrante” (eu queria verde-floresta). Na paz, acabei enfiando um branco.

Fizemos a primeira edição da Xapuri lá mesmo, na Reserva, em uma noite. Optamos por centrar na pauta socioambiental. Nossa primeira capa foi sobre os povos indígenas isolados do Acre: ‘Isolados, Bravos, Livres: Um Brasil Indígena por Conhecer”. Depois de tudo pronto, Jaime inventou de fazer uma outra boneca, “porque toda revista tem que ter número zero”.

Dessa vez finquei pé, ficamos com a capa indígena. Voltei pra Brasília com a boneca praticamente pronta e com a missão de dar um jeito de imprimir. Nos dias seguintes, o Jaime veio pra Formosa, pra convencer minha irmã Lúcia a revisar a revista, “de grátis”. Com a primeira revista impressa, a próxima tarefa foi montar o Conselho Editorial.

Jaime fez questão de visitar, explicar o projeto e convidar pessoalmente cada conselheiro e cada conselheira (até a doença agravar, nos seus últimos meses de vida, nunca abriu mão dessa tarefa). Daqui rumamos pra Goiânia, para convidar o arqueólogo Altair Sales Barbosa, nosso primeiro conselheiro. “O mais sabido de nóis,” segundo o Jaime.

Trilhamos uma linda jornada. Em 80 meses, Jaime fez questão de decidir, mensalmente, o tema da capa e, quase sempre, escrever ele mesmo. Às vezes, ligava pra falar da ótima ideia que teve, às vezes sumia e, no dia certo, lá vinha o texto pronto, impecável.

Na sexta-feira, 9 de julho, quando preparávamos a Xapuri 81, pela primeira vez em sete anos, ele me pediu para cuidar de tudo. Foi uma conversa triste, ele estava agoniado com os rumos da doença e com a tragédia que o Brasil enfrentava. Não falamos em morte, mas eu sabia que era o fim.

Hoje, cá estamos nós, sem as capas do Jaime, sem as pautas do Jaime, sem o linguajar do Jaime, sem o jaimês da Xapuri, mas na labuta, firmes na resistência. Mês sim, mês sim de novo, como você sonhava, Jaiminho, carcamos porva e, enfim, chegamos à nossa edição número 100. E, depois da Xapuri 100, como era desejo seu, a gente segue esperneando.

Fica tranquilo, camarada, que por aqui tá tudo direitim.

Zezé Weiss

P.S. Você que nos lê pode fortalecer nossa Revista fazendo uma assinatura: www.xapuri.info/assine ou doando qualquer valor pelo PIX: contato@xapuri.info. Gratidão!

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