Elvis, Che Guevara, Dilma Rousseff: o prato favorito de 17 figuras históricas

Elvis, Che Guevara, Dilma Rousseff: o prato favorito de 13 figuras históricas

Na lista que você vai conferir hoje, logo abaixo, é possível desvendar um pouco da “humanidade” das personalidades históricas pelo que conquistava seus paladares. Isso mesmo, você vai conhecer o prato preferido de figurões como Alexandre, O Grande; de Che Guevara e até mesmo de Obama de Dilma Rousseff. Não parece interessante?
E, também ao contrário do que a maioria tende a imaginar, grande parte deles tinha gostos bem simples. Nada de caviar, nem frutas do “pico do himalaia”, como costumamos ver hoje em dia por aí. O prato preferido das grandes figuras históricas era, muitas vezes, um sanduíche típico ou uma carne com temperos regionais.
Na seleção há também inúmeras variações de frangos e, claro, alguns doces, mas nada de muito luxuoso. A não ser claro, no caso de Cleópatra, como era de se esperar.

 

Conheça o prato preferido de algumas personalidades históricas:

Alexandre, o Grande

Alexandre, O Grande
O rei da Macedônia, segundo relatos históricos, são se tratava de uma pessoa de paladar exigente. Como vivia na estrada, em comando de suas campanhas, ele praticamente comia de tudo que encontrava no caminhos, como nozes, peixes, pães e carnes de boi e de veado.

 

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Cleópatra

Cleópatra. Elisabeth Taylor.
 

 

Sim, a rainha do Egito era uma pessoa refinada. Seu prato preferido era pombo recheados com vegetais. Aliás, o prato era sempre servido nos banquetes que a rainha oferecia. E, de sobremesa, ela não abria mão de bolos com figos e nozes, regados com mel e salpicados com gergelim.
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Dom João VI

Dom João VI.
O imperador era, literalmente um glutão, ou guloso; de carteirinha. Contam que em uma só refeição, certa vez, ele devorou três frangos e cinco mangas. Isso tudo sozinho. Mas, ninguém, na verdade, sabe se esse era mesmo o prato preferido dele.
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Napoleão Bonaparte

Napoleão Bonaparte.
O imperador francês também não ficava atrás quando o assunto era a boa mesa. Contam que o prato preferido dele era frango à Marengo, um refogado de frango ao azeite, com tomates, bacon, cogumelos, e, como acompanhamento, lagostins e ovos fritos.

 

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Aliás, uma outra curiosidade sobre o prato preferido de Napoleão é que o nome, “frango à Marengo”, foi dado em homenagem ao local em que foi criado, em Spinetta Marengo, província de Alexandria, Piemonte, atual Itália. Para quem não sabe, o líder francês combateu nessa região, em 1800, vencendo os austríacos e os obrigando a se retirarem para o Norte da Itália.

Dom Pedro II

Dom Pedro II.
O prato preferido de Dom Pedro II era, sem dúvidas, canja de galinha. Aliás, isso fazia parte do cardápio do monarca praticamente todos os dias. Já, com relação ao seu pai, Dom Pedro I, o prato preferido era, na verdade, bem brasileiro: arroz, feijão e carne.

 

 

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Princesa Isabel

Princesa Isabel.
Qual era o fraco da princesa Isabel? Guloseimas doces! Dizem que ela não resistia aos quindins e pães de ló. E, embora pareça estranho por causa da época, no final do século 19 e início do século 20, ela também se deliciava com sorvetes.
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Getúlio Vargas

Getúlio Vargas.
Sobre o prato preferido do ex-presidente brasileiro Getúlio Vargas, ele não abria mão de filé-migno à gaúcha. Como o nome mesmo diz, o prato é típico do sul do Brasil.
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Franklin Roosevelt

Franklin Roosevelt.

 

 

No caso do ex-presidente americano, não era somente um prato preferido. Ele adorava se empanturrar com cachorro quente, queijo quente, ovos mexidos e tortas de frutas.
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John Kennedy

John F. kennedy.
Dizem que o ex-presidente Kennedy gostava mesmo era do refinamento da cozinha francesa, tanto que quando saía para jantar, ele sempre pedia o prato da foto: frango ao champanhe.

 

 

Frango ao Champanhe
Já, para os jantares na Casa Branca, seu prato preferido era o New England Fish Chowder, um caldo de peixe, à base de leite, batatas e cebolas . Aliás, quando o assunto era peixe, ele fazia questão do bacalhau.

Che Guevara

Ernesto Che Guevara. Revolução cubana.
E quem disse que líder cubano não é bom de mesa? No caso de Che, o que mais o agradava eram coisas bem simples, como pudim de leite e café, mas café amargo.

 

 

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Elvis Presley

Elvis Aaron Presley. Rei do Rock'n'Roll.
O rei do Rock, para quem não sabe, tinha um paladar tipicamente americano e, claro, adorava coisas bem calóricas. Contam que ele se entupia de ovos mexidos com bacon, hambúrgueres, frango frito, purê de batatas, bolo de milho e geleia de uvas.
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Mas, seu prato preferido mesmo era o famoso sanduíche de manteiga de amendoim e bananas, que até foi batizado em homenagem a Elvis: Rei do Rock.

Rainha Elizabeth II

Rainha Elizabeth II.
Pela manhã, a rainha não abre mão de cereais com frutas secas ou macadâmias, mas ela também adora sanduíches de geleia. Já, o prato quente que mais agrada Elizabeth II é linguado grelhado. Para a sobremesa, torta de chocolate. Até que a rainha é simples, não achou?
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Barack Obama

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No caso do ex-presidente dos Estados Unidos, parece que ele gosta bastante de comer, pelo número de fotos dele fazendo uma boquinha que estão disponíveis na internet. Mas, segundo sua esposa, Michelle, o prato preferido de Obama é mesmo guacamole e nachos, já que ele ama a cozinha mexicana.
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Dilma Rousseff

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De acordo com uma matéria publicada pela Folha, o prato preferido da ex-presidenta Dilma é “qualquer coisa com arroz”. Segundo seus assessores mais próximos, Dilma adora a versão integral ou sete grãos, e, às vezes, chega a comê-los puro. Mas, para ela tudo tem que ser bem refogado com alho, cebola.
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Fora isso, Dilma só exigente com uma coisa: ovos fritos. E eles precisam ser caipira.

Design: Andy Faria | Ilustrações: Flávio Bá

Fontes: Mundo EstranhoFolha

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Era novembro de 2014. Primeiro fim de semana do mês. Plena campanha da Dilma. Fim de tarde na RPPN Linda Serra dos Topázios, do Jaime Sautchuk, em Cristalina, Goiás. Jaime e eu começamos a conversar sobre a falta que fazia termos acesso a um veículo de informação independente e democrático, mas com lado. Ali mesmo, naquela hora, resolvemos criar o nosso. Um espaço não comercial, de resistência. Um trabalho de militância, tipo voluntário, mas de qualidade, profissional.
Jaime propôs um jornal; eu, uma revista. O nome, Xapuri, eu escolhi (ele queria Bacurau). Dividimos as tarefas. A capa ficou com ele, a linha editorial também. Correr atrás de grana ficou por minha conta. A paleta de cores, depois de larga prosa, ele escolheu (eu queria verde-floresta).
Fizemos a primeira edição da Xapuri lá mesmo, na Reserva, praticamente em uma noite. Já voltei pra Brasília com uma revista montada e com a missão de dar um jeito de diagramar e imprimir.
Nos dias seguintes, o Jaime veio pra Formosa, pra convencer minha irmã Lúcia a revisar a revista, no modo grátis. Daqui, rumamos pra Goiânia, pra convidar o arqueólogo Altair Sales Barbosa para o Conselho Editorial. Altair foi o nosso primeiro conselheiro. Até a doença se agravar, Jaime fez questão de explicar o projeto e convidar, ele mesmo, cada pessoa para o Conselho.
O resto é história. Jaime e eu trilhamos juntos uma linda jornada. Depois da Revista Xapuri veio o site, vieram os e-books, a lojinha virtual (pra ajudar a pagar a conta), os podcasts e as lives, que ele amava. Em 80 meses, Jaime fez questão de decidir, mensalmente, o tema da capa e, quase sempre, escrever ele mesmo a matéria.
Na tarde do dia 14 de julho de 2021, aos 67 anos, depois de longa enfermidade, Jaime partiu para o mundo dos encantados. No dia 9 de julho, quando preparávamos a Xapuri 81, pela primeira vez em sete anos, ele me pediu para cuidar de tudo. Foi uma conversa triste, ele estava agoniado com o agravamento da doença e com a tragédia que o Brasil enfrentava. Não falamos em morte, mas eu sabia que era o fim.
É isso. Agora aqui estou eu, com uma turma fantástica, tocando nosso projeto, na fé, mas às vezes falta grana. Você pode me ajudar a manter o projeto assinando nossa revista, que está cada dia mió, como diria o Jaime. Você também pode contribuir conosco comprando um produto em nossa lojinha solidária (lojaxapuri.info) ou fazendo uma doação via pix: contato@xapuri.info. Gratidão!
Zezé Weiss
Editora