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13 regras de etiqueta do século 21

13 regras de etiqueta do século 21 para evitar constrangimento

Ser original é maravilhoso. Ainda assim, ser educado e respeitar os limites dos outros nunca cairá de moda.

 
Ser original é maravilhoso. Ainda assim, ser educado, gentil e respeitar os limites dos outros nunca cairá de moda. O que muda com o tempo são nossos comportamentos e a maneira como interagimos com as pessoas.
“Gentil é aquele que passa pela vida do outro, toca-o com leveza e marca-o onde ninguém mais pode ver.” 
Abaixo, segue uma lista inspirada em um texto do Incrível. Nela, são listadas algumas “regras de etiqueta” atuais (umas mais do que as outras). É claro que não existe verdade absoluta, mas o velho e equilibrado bom senso é sempre bem-vindo!
Etiqueta = pequena ética 
1- Olhar para pessoa com quem você está conversando. Se alguém falar com você, esqueça que existe celular, por exemplo. As maiores grosserias de hoje estão relacionadas com o uso de eletrônicos. O ser humano é, e deve continuar, sendo o nosso foco principal de interação. Ainda mais porque é absolutamente impossível prestar atenção com qualidade nas duas coisas ao mesmo tempo.
2- Não marque seus amigos em fotos, independente de eles saírem bem ou mal.  Na maioria das vezes as pessoas nem gostam de marcações e as aceitam só por educação. Se a pessoa quiser ser marcada, ela lhe dirá. Tenha a autorização para fazê-lo ou conheça muito bem a pessoa para saber que isso não a incomodará.
3- Se a pessoa que está com você cumprimentar (ou for cumprimentada) por alguém, pare, olhe e cumprimente também. Afinal, aquela pessoa está na sua frente e merece respeito.
4- Quando te convidam a algum lugar, não responda com a pergunta: “Quem mais estará lá?”. Isso é de mau gosto, pois pode passar uma impressão de que a pessoa que te convidou não é motivo suficiente para você ir.
5- Se alguém estiver te visitando, desligue a TV, esqueça o celular e afaste-se do computador. Parece muito? Pois deveria ser o mínimo.
6- Se estiver na casa de alguém ou tiver visitas em sua casa, não converse ao telefone por mais de 5 minutos. Afinal, quando nos dispomos a receber alguém essa pessoa merece nossa total atenção.

 

7- Quando a comida estiver servida e todos estiverem à mesa, só comece a comer quando o dono da casa também estiver sentado. Isso não vale para todos os ambientes, mas certamente vale para a maioria deles.
8- Quando terminarem de comer, ofereça-se para ajudar, tire seu prato da mesa, ofereça-se para pagar ou dividir a conta. Gestos como esses, independente da aceitação do anfitrião, mostram que você tem o mínimo de consideração com o trabalho que ele teve e que ainda terá com você. Lembre-se que ninguém tem a obrigação de te servir e muito mesmo de te sustentar. Relações são mediadas por trocas e essas trocas devem transitar entre afetos, gentilezas e prestatividades de um para com o outro. Se você não pode ajudar de um jeito, ajude de outro.
9- Sempre desligue o som do celular quando estiver no teatro, cinema, biblioteca ou durante uma aula. Até alguns anos ninguém precisava disso. Confie em mim: Você vai sobreviver!
10- Não importa o que você acha, se você estiver na casa de outra pessoa, a palavra final sobre o que pode e o que não pode acontecer naquele espaço deve ser do anfitrião. Não está bom? Se for um crime, chame a polícia. Mas, se for conflito de opiniões e você considerar aquilo inaceitável, talvez esse não seja o seu lugar. Afinal, aquela casa não é sua.
11- Cumprimente o vizinho, o porteiro, a pessoa do elevador. Agradeça e sorria. Não gosta de ser educado com os outros? Ok, é seu direito. Entretanto, não se considere educado, pois você certamente é uma pessoa grosseira.
“O verdadeiro entendedor da gentileza sabe ser suave com o outro, percebe que somos interligados por algo maior que nossos próprios interesses, que as relações humanas são pétalas de uma mesma flor.”
12- Quer algo, dê exemplos. Não há nada mais legítimo do que se mostrar digno de respeito.
13- Adeque-se. Se estiver em uma casa simples não é falta de etiqueta comer com uma colher. Se as pessoas não tiveram as mesmas chances de estudo ou educação que você, perceba que o inadequado naquele espaço pode ser você mesmo.
“Ainda hoje, embora tenham se tornado espécimes raros, diz a lenda que, quando vistos, são facilmente reconhecíveis. São aqueles que nos olham verdadeiramente nos olhos, que, quando íntimos, nos dão abraços apertados, que cumprem suas promessas e que não pensam antes de se levantar e oferecer seu lugar no banco.”
Fonte: Conti Outra

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Era novembro de 2014. Primeiro fim de semana. Plena campanha da Dilma. Fim de tarde na RPPN dele, a Linda Serra dos Topázios. Jaime e eu começamos a conversar sobre a falta que fazia termos acesso a um veículo independente e democrático de informação.

Resolvemos fundar o nosso. Um espaço não comercial, de resistência. Mais um trabalho de militância, voluntário, por suposto. Jaime propôs um jornal; eu, uma revista. O nome eu escolhi (ele queria Bacurau). Dividimos as tarefas. A capa ficou com ele, a linha editorial também.

Correr atrás da grana ficou por minha conta. A paleta de cores, depois de larga prosa, Jaime fechou questão – “nossas cores vão ser o vermelho e o amarelo, porque revista tem que ter cor de luta, cor vibrante” (eu queria verde-floresta). Na paz, acabei enfiando um branco.

Fizemos a primeira edição da Xapuri lá mesmo, na Reserva, em uma noite. Optamos por centrar na pauta socioambiental. Nossa primeira capa foi sobre os povos indígenas isolados do Acre: ‘Isolados, Bravos, Livres: Um Brasil Indígena por Conhecer”. Depois de tudo pronto, Jaime inventou de fazer uma outra boneca, “porque toda revista tem que ter número zero”.

Dessa vez finquei pé, ficamos com a capa indígena. Voltei pra Brasília com a boneca praticamente pronta e com a missão de dar um jeito de imprimir. Nos dias seguintes, o Jaime veio pra Formosa, pra convencer minha irmã Lúcia a revisar a revista, “de grátis”. Com a primeira revista impressa, a próxima tarefa foi montar o Conselho Editorial.

Jaime fez questão de visitar, explicar o projeto e convidar pessoalmente cada conselheiro e cada conselheira (até a doença agravar, nos seus últimos meses de vida, nunca abriu mão dessa tarefa). Daqui rumamos pra Goiânia, para convidar o arqueólogo Altair Sales Barbosa, nosso primeiro conselheiro. “O mais sabido de nóis,” segundo o Jaime.

Trilhamos uma linda jornada. Em 80 meses, Jaime fez questão de decidir, mensalmente, o tema da capa e, quase sempre, escrever ele mesmo. Às vezes, ligava pra falar da ótima ideia que teve, às vezes sumia e, no dia certo, lá vinha o texto pronto, impecável.

Na sexta-feira, 9 de julho, quando preparávamos a Xapuri 81, pela primeira vez em sete anos, ele me pediu para cuidar de tudo. Foi uma conversa triste, ele estava agoniado com os rumos da doença e com a tragédia que o Brasil enfrentava. Não falamos em morte, mas eu sabia que era o fim.

Hoje, cá estamos nós, sem as capas do Jaime, sem as pautas do Jaime, sem o linguajar do Jaime, sem o jaimês da Xapuri, mas na labuta, firmes na resistência. Mês sim, mês sim de novo, como você sonhava, Jaiminho, carcamos porva e, enfim, chegamos à nossa edição número 100. E, depois da Xapuri 100, como era desejo seu, a gente segue esperneando.

Fica tranquilo, camarada, que por aqui tá tudo direitim.

Zezé Weiss

P.S. Você que nos lê pode fortalecer nossa Revista fazendo uma assinatura: www.xapuri.info/assine ou doando qualquer valor pelo PIX: contato@xapuri.info. Gratidão!

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