O indio nao pode usar celular!
O indio nao pode ter carro Hillux
O indio nao pode usar óculos Rayban
Índio nao pode tomar coca-cola.…
O índio nao pode ter relógio de marca.
Índio não pode usar tênis de marca.
Lugar do indio é no mato!
Indio nao pode ter Diploma do ensino superior!
O indio nao pode ser médico, eles matam crianças vivos! “nao queria ser atendido pelo índio medico kkk”!! porque eles são incapazes de ser médicos.
mas nós nao estupramos crianças!
O Indio atrapalha crescimento e desenvolvimento econômico do país!!
A terra não é de vcs “indio”!
“A terra é da União”!
O Indio nao pode tudo!!
E agora??.
Índio ta vendo, ele ta mexendo,visualizando pelo Microscópio!!! Ele nao pode !!!
opa!! agora indio nao quer ser mais índio. Agora indio quer integrar ….
Muito pelo contrário. estamos nos preparando para lutar contra GOVERNO!!!Mas lembrando que nao sou indio e nao somos indios!Aqui nao existe “indio”!Eu Sou Dyakalo Foratu Matipu Povo originário do Brasil.
Eu sou, sou Brasileiro.
Eu sou BRASIL! Somos BRASIL.
Eu Quero, Eu posso. Eu devo.
Espécie do ser humano apenas um.
somos todo iguais.Hoje, por está aqui Agradecer a Deus por três motivos: Meu 35 aninhos, meu 19 de abril e meu Jaleco com símbolo de Medicina.Obrigado Senhor Deus por tudo que tem feito por mim.
Obrigado pela coragem que senhor me dá todo dia de manha pralevantar.
Obrigado pela a vida do meu pai da minha mãe e toda minha família.
Obrigado pela minha vida e pelo saúde.
Dá-me mais força. Porque não nasci apenas objeto. Nasci por seu propósito pra vencer !!!





O RITUAL DA TUCANDEIRA DO POVO SATERÊ-MAWÉ
O ritual da tucandeira, realizado pelo povo indígena Sateré-Mawé, é uma forma de iniciação masculina, de passagem da infância para a vida adulta. Uma prática repassada de geração em geração que, mesmo com a pressão da sociedade moderna, se mantém viva
Por Lúcio Flávio Pinto/Amazonia Real
Considerado pelos indígenas como um ato de força, coragem e resistência à dor, o ritual consiste em vestir uma luva cheia de formigas tucandeiras e resistir por ao menos 15 minutos. Além da representatividade da bravura masculina, o ritual também simboliza uma proteção para o corpo. Segundo a crença dos Sateré-Mawé, a ferroada da tucandeira funciona como uma espécie de vacina.
Durante o ritual, o jovem deve se deixar ferrar no mínimo 20 vezes. Para isso, coloca as mãos dentro da saaripé, uma luva de palha feita pelos padrinhos, que são os tios maternos do iniciante. Durante o ritual, a comunidade toda canta e dança ao lado do adolescente, em especial as mulheres solteiras, que buscam maridos fortes e corajosos.
O ritual começa no dia anterior, com a captura das formigas vivas e com ferrão, com o uso de folhas do caju-branco. Enquanto as tucandeiras são conservadas em um bambu, os meninos têm seus braços pintados com uma tintura preta de jenipapo, feita por suas mães. Em seguida, com um dente de paca, elas começam a riscar a pele dos meninos até sangrar.
No dia da cerimônia, as tucandeiras são colocadas em uma bacia com uma tintura anestesiante de folha de cajueiro. Quando estão ‘adormecidas’, as formigas são postas na luva, com a cabeça para fora e o ferrão para dentro, na parte interna da saaripé. Depois, para voltarem a ficar agitadas, elas recebem uma baforada de tabaco. É quando ficam prontas para atacar.
Não há um período certo para a realização do ritual: é organizado conforme a vontade de quem deseja ser iniciado.
Fontes: Verdade Mundial Portal Amazônia (com edições de Eduardo Pereira)