Fidel Castro: Comandante Revolucionário
Ser comandante de um processo revolucionário, capaz de conduzir a libertação do seu povo do julgo colonialista, que era obrigado a viver na miséria, sofrendo a violência contínua, provocada pelo grupo que usava o Estado para atender os seus amigos norte americanos não é para qualquer um.
Ser capaz de unir as forças políticas da resistência, organizar a luta, construir uma força popular capaz de enfrentar o império mais poderoso e sagrar-se vitorioso, dando a seu povo uma qualidade de vida que assegura a toda a sua população a satisfação de suas necessidades.
Ser uma voz que conseguiu sintetizar a história secular da resistência, desde os ensinamentos de Máximo Gómez, Antônio Maceo e José Martí, capaz de honrar os exemplos dos revolucionários cubanos do Granma e da Sierra Maestra e que tombaram, como Ernesto Guevara, Camilo Cienfuegos, Frank País e Célia Sanches.
Ser o comandante durante a invasão da Praia Giron, derrotando os mercenários financiados pelos norte americanos e resistidos a um criminoso bloqueio econômico que permanece há décadas, impedindo a entrada de componentes básicos para a indústria e a economia do país.
Ser uma liderança respeitada, amada e admirada por seu povo, que lhe dedicou todo o amor, cuidado e empenho para construir e garantir a efetivação dos planos econômicos que asseguram a estabilidade e justiça social a todo o seu povo.
Ser o comandante durante o período especial, quando o povo cubano foi chamado a se unir para enfrentar o colapso econômico, vivido no início da década de 1990, tendo o povo cubano conseguido superá-lo e vencê-lo, retomando o crescimento e garantindo a revolução socialista.
Ser o comandante de um povo que, quase em sua totalidade está organizado, tem o controle da segurança, economia, educação, saúde, lazer e do Estado, capaz de enfrentar qualquer ameaça e saber ousar, ser criativo, superar as dificuldades e seguir a construção de um Estado socialista.
Ser capaz de ter o apoio de seu povo na prática revolucionária internacionalista, estando ao lado de povos oprimidos em todo o mundo, lutando pela independência, combatendo os opressores colonialistas ou imperialistas e executando a solidariedade com profissionais em educação e saúde.
Ser sobrevivente, após sofrer dezenas de tentativas de assassinatos, além de uma insidiosa campanha de calúnias e mentiras contra a sua integridade e honra, comprovadas ao longo de sua vida, como um revolucionário e dirigente da revolução.
Ser um exemplo de Comandante em Chefe que não se encantou jamais pelo poder, pela força que possuiu, pelo novo que simbolizou e construiu, ao lado de seu povo e camaradas do Partido Comunista de Cuba.
Fidel Castro Ruz é dos dirigentes revolucionários que nunca morrem, pois sua vida, seguirá sempre servindo de luz, ensinamentos e força capaz de inspirar a busca de uma sociedade socialista, justa, igualitária e fraterna.
Fidel sempre estará presente nas lutas dos trabalhadores e trabalhadoras da cidade, do campo, da juventude, das mulheres, dos povos nativos e dos oprimidos que não se sujeitam ao julgo das mentiras e da exploração da burguesia e do imperialismo.
Fidel sempre será uma semente que brotará em qualquer solo, espalhando a energia para que a emancipação e a dignidade humana sejam alcançadas.
Fidel viverá sempre nas poesias das lutas nas ruas, fábricas e nos punhos erguidos, dispostos a viver até a eternidade.
Venceremos!!!

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Se queremos dizer como desejamos que sejam educadas nossas crianças, devemos dizer sem vacilar: Queremos que sejam educados no espírito do Che!
Se queremos falar como queremos que sejam nossos combatentes revolucionários, nossos militantes, nossos homens, devemos dizer sem hesitação de nenhuma espécie: Que sejam como o Che!
Se queremos falar como queremos que sejam os homens das futuras gerações, devemos dizer: Que sejam como o Che!
Quando esta guerra acabar, começará para mim uma guerra muito maior e mais longa: a guerra que vou lançar com eles. Me dou conta de que esse vai ser meu destino.

Agora, sim, ganhamos a guerra!

Meu pior inimigo? Acho que não tenho inimigos piores, porque acredito que todos os inimigos podem ser vencidos.

Se saio, chego; se chego, entro; se entro, triunfo.
Não nos enganemos achando que adiante tudo será fácil; talvez tudo seja mais difícil.

Pátria ou Morte.
Cometi erros, mas nenhum estratégico, simplesmente tático. Não tenho nem um átomo de arrependimento pelo que fizemos em nosso país.
Não existe fracasso maior do que se alegrar daquele homem que não se conseguiu vencer em vida.

Um revolucionário pode perder tudo: a família, a liberdade, até a vida. Menos a moral.
Somos o único país do mundo com atletas amadores, e não com mercenários.
Eu digo que se alguém não faz, o tempo todo, tudo aquilo que pode e até mais do que pode, é exatamente como se não fizesse absolutamente nada.

Hoje milhões de crianças dormirão na rua, nenhuma delas é cubana.
O mundo do futuro tem de ser comum para todos.
Condenem-me, não importa. A história me absolverá.
Fidel Alejandro Castro Ruz (1926 – 2016) – Fotos: Acervo Histórico – Fidel Castro.





