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NASA: Ação humana detona engenharia climática do planeta

Imagens de satélite da NASA mostram uma prova chocante da Engenharia Climática

As fotos da NASA são uma prova impressionante e inegável da geoengenharia e de como a radiação solar tem afetado os sistemas do próprio planeta Terra que trabalham para dar suporte à existência de vida.

O que pode se notar é que os metais pesados e químicos altamente tóxicos que são sistematicamente pulverizados em nossa atmosfera a partir de aeronaves são manipulados com sinais de radiofrequência. Esses sinais são transmitidos de inúmeros locais ao redor do globo a partir de plataformas de transmissão. O impacto das transmissões de micro-ondas é significativo nas formações de nuvens e em outros fenômenos.

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As transmissões de Alta Frequência (HAARP) sobre a Ilha do Príncipe Eduardo, Canadá.

Na série de imagens de satélite da NASA é possível observar diversas mudanças de impactos nas nuvens. Isso mostra que o nível de intervenção climática no ambiente está interrompendo a atuação da atmosfera da Terra e dos sistemas que garantem suporte à vida. Em um futuro não muito distante, essa realidade pode resultar em acontecimentos catastróficos para o mundo todo.

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Imagens de satélites

Imagens de satélites

Imagens de satélites

Imagens de satélites

Imagens de satélites

As imagens analisadas são de áreas da costa leste da Austrália, costa oeste da África, costa californiana, sul da Espanha no Mar de Alboran, costa noroeste da Austrália, Oceano Pacífico Oriental a oeste da Baixa Califórnia e do Oceano Austral, perto da Antártida.

Consequências das mudanças na engenharia climática da Terra

Imagens de satélites

Atualmente, 85% dos furacões que afetam os Estados Unidos são originários da África. Os sistemas de baixa pressão migram para o oeste, fora da costa africana. Um alto volume de engenharia climática ocorre nessa região.

Imagens de satélites

Segundo um artigo de notícias da FOX, a existência de muita poeira e ar seco na atmosfera causa uma interferência nos ritmos e sistemas naturais da Terra, gerando uma longa lista de efeitos catastróficos. Os dados disponíveis indicam que em cenários distintos, a engenharia climática tem influenciado a ocorrência de ciclones e outros fenômenos naturais.

Imagens de satélites

O furacão Matthew pode ter sido um exemplo da manipulação da engenharia climática, na qual houve uma série de transmissões de radiofrequência, de micro-ondas extremamente poderosas e aerossóis atmosféricos. Essas transmissões deixam um padrão de assinatura nas formações de nuvens de alto nível que estão saturadas com nanopartículas de metais pesados.

Depois de mais de 65 anos de intervenção climática, danos muito reais aos sistemas de apoio à vida na Terra estão acontecendo. Por isso, engenheiros em todo o mundo estão pesquisando formas de mitigar os danos já causados ao planeta e a seu sistema climático.

Assista:

É preciso que soluções sejam encontradas a curto e médio prazo para solucionar as mudanças do clima no planeta, caso contrário, muito em breve, os sistemas de suporte à vida na Terra estarão completamente destruídos, sem chances de recuperação.

ANOTE AÍ

Fontes: Site de Curiosidades

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UMA REVISTA PRA CHAMAR DE NOSSA

Era novembro de 2014. Primeiro fim de semana. Plena campanha da Dilma. Fim de tarde na RPPN dele, a Linda Serra dos Topázios. Jaime e eu começamos a conversar sobre a falta que fazia termos acesso a um veículo independente e democrático de informação.

Resolvemos fundar o nosso. Um espaço não comercial, de resistência. Mais um trabalho de militância, voluntário, por suposto. Jaime propôs um jornal; eu, uma revista. O nome eu escolhi (ele queria Bacurau). Dividimos as tarefas. A capa ficou com ele, a linha editorial também.

Correr atrás da grana ficou por minha conta. A paleta de cores, depois de larga prosa, Jaime fechou questão – “nossas cores vão ser o vermelho e o amarelo, porque revista tem que ter cor de luta, cor vibrante” (eu queria verde-floresta). Na paz, acabei enfiando um branco.

Fizemos a primeira edição da Xapuri lá mesmo, na Reserva, em uma noite. Optamos por centrar na pauta socioambiental. Nossa primeira capa foi sobre os povos indígenas isolados do Acre: ‘Isolados, Bravos, Livres: Um Brasil Indígena por Conhecer”. Depois de tudo pronto, Jaime inventou de fazer uma outra boneca, “porque toda revista tem que ter número zero”.

Dessa vez finquei pé, ficamos com a capa indígena. Voltei pra Brasília com a boneca praticamente pronta e com a missão de dar um jeito de imprimir. Nos dias seguintes, o Jaime veio pra Formosa, pra convencer minha irmã Lúcia a revisar a revista, “de grátis”. Com a primeira revista impressa, a próxima tarefa foi montar o Conselho Editorial.

Jaime fez questão de visitar, explicar o projeto e convidar pessoalmente cada conselheiro e cada conselheira (até a doença agravar, nos seus últimos meses de vida, nunca abriu mão dessa tarefa). Daqui rumamos pra Goiânia, para convidar o arqueólogo Altair Sales Barbosa, nosso primeiro conselheiro. “O mais sabido de nóis,” segundo o Jaime.

Trilhamos uma linda jornada. Em 80 meses, Jaime fez questão de decidir, mensalmente, o tema da capa e, quase sempre, escrever ele mesmo. Às vezes, ligava pra falar da ótima ideia que teve, às vezes sumia e, no dia certo, lá vinha o texto pronto, impecável.

Na sexta-feira, 9 de julho, quando preparávamos a Xapuri 81, pela primeira vez em sete anos, ele me pediu para cuidar de tudo. Foi uma conversa triste, ele estava agoniado com os rumos da doença e com a tragédia que o Brasil enfrentava. Não falamos em morte, mas eu sabia que era o fim.

Hoje, cá estamos nós, sem as capas do Jaime, sem as pautas do Jaime, sem o linguajar do Jaime, sem o jaimês da Xapuri, mas na labuta, firmes na resistência. Mês sim, mês sim de novo, como você sonhava, Jaiminho, carcamos porva e, enfim, chegamos à nossa edição número 100. E, depois da Xapuri 100, como era desejo seu, a gente segue esperneando.

Fica tranquilo, camarada, que por aqui tá tudo direitim.

Zezé Weiss

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